<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Todas as Notícias &#8211; Portal de Notícias</title>
	<atom:link href="https://noticias.bonsenhor.com.br/category/todas-as-noticias/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://noticias.bonsenhor.com.br</link>
	<description>Bonsenhor Contabilidade</description>
	<lastBuildDate>Fri, 20 Feb 2026 16:50:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">233303715</site>	<item>
		<title>Empresas devem enviar dados do Relatório de Transparência Salarial até 28 de fevereiro</title>
		<link>https://noticias.bonsenhor.com.br/empresas-devem-enviar-dados-do-relatorio-de-transparencia-salarial-ate-28-de-fevereiro/</link>
					<comments>https://noticias.bonsenhor.com.br/empresas-devem-enviar-dados-do-relatorio-de-transparencia-salarial-ate-28-de-fevereiro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Flavia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 16:50:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todas as Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticias.bonsenhor.com.br/?p=1355</guid>

					<description><![CDATA[Dados complementarão levantamento do MTE sobre desigualdades salariais entre mulheres e homens; publicação do relatório é obrigatória e pode gerar multa em caso de descumprimento. As empresas com 100 ou mais empregados têm até o dia 28 de fevereiro para preencher as informações complementares do Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios, conforme determina [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dados complementarão levantamento do MTE sobre desigualdades salariais entre mulheres e homens; publicação do relatório é obrigatória e pode gerar multa em caso de descumprimento.</p>
<p>As empresas com 100 ou mais empregados têm até o dia 28 de fevereiro para preencher as informações complementares do Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios, conforme determina a Lei de Igualdade Salarial.</p>
<p>Com base nesses dados, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) irá consolidar as informações da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) para elaborar o relatório individual de cada empresa. O documento apontará possíveis desigualdades salariais entre mulheres e homens que atuam no mesmo estabelecimento.</p>
<p>O relatório estará disponível a partir de 16 de março no site do Emprega Brasil, e deverá ser divulgado pelas empresas em seus canais oficiais até 31 de março de 2026.</p>
<p>A publicação do documento, disponibilizado pelo MTE, é uma obrigação legal prevista na Lei da Igualdade Salarial. As empresas que não publicizarem o relatório estão sujeitas à aplicação de multa. Os dados devem ser apresentados em local de fácil acesso e com ampla visibilidade para trabalhadores e para o público em geral. O MTE é responsável por fiscalizar o cumprimento dessa determinação.</p>
<p>Ainda em março, o Ministério divulgará os dados agregados para o país e para as unidades da Federação. O quarto relatório, apresentado no segundo semestre de 2025, apontou que as mulheres recebiam, em média, 21,2% menos que os homens. Ao todo, cerca de 54 mil empresas devem participar da elaboração do relatório no primeiro semestre de 2026.</p>
<p>Sobre a lei</p>
<p>A Lei nº 14.611, sancionada em 3 de julho de 2023, reforça a igualdade salarial e de critérios remuneratórios entre mulheres e homens, ao alterar o artigo 461 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A norma estabelece que empresas com 100 ou mais empregados adotem medidas para garantir essa igualdade, como a promoção da transparência salarial, o fortalecimento da fiscalização contra a discriminação, a criação de canais de denúncia, a implementação de programas de diversidade e inclusão e o incentivo à capacitação de mulheres.</p>
<p>A lei é uma iniciativa do Governo do Brasil, conduzida pelo Ministério do Trabalho e Emprego e pelo Ministério das Mulheres, e integra o conjunto de ações voltadas à redução das desigualdades no mercado de trabalho.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.econeteditora.com.br/index.asp?url=inicial.php">Econet</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://noticias.bonsenhor.com.br/empresas-devem-enviar-dados-do-relatorio-de-transparencia-salarial-ate-28-de-fevereiro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1355</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Novas regras para vales-alimentação e refeição entram em vigor</title>
		<link>https://noticias.bonsenhor.com.br/novas-regras-para-vales-alimentacao-e-refeicao-entram-em-vigor/</link>
					<comments>https://noticias.bonsenhor.com.br/novas-regras-para-vales-alimentacao-e-refeicao-entram-em-vigor/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Flavia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 12:29:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todas as Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticias.bonsenhor.com.br/?p=1346</guid>

					<description><![CDATA[Decreto assinado em novembro alterou o programa As novas regras do sistema de vale-alimentação e vale-refeição entram em vigor nesta terça-feira (10). Em novembro do ano passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto que altera o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) com o objetivo de ampliar a transparência, a concorrência e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Decreto assinado em novembro alterou o programa</p>
<p>As novas regras do sistema de vale-alimentação e vale-refeição entram em vigor nesta terça-feira (10). Em novembro do ano passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto que altera o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) com o objetivo de ampliar a transparência, a concorrência e a integridade no setor.</p>
<p>Agora, a taxa de desconto (MDR) cobrada dos supermercados e restaurantes, pelas operadoras, não pode ultrapassar 3,6%. A tarifa de intercâmbio tem teto de 2%, sendo vedada qualquer cobrança adicional.</p>
<p>Além disso, o repasse do dinheiro aos estabelecimentos deve ocorrer em até 15 dias corridos após a transação. Até então, restaurantes e similares recebiam os valores 30 dias após as transações.</p>
<p>Já estavam em vigor, com a assinatura do decreto, as regras de proteção, com a proibição de práticas comerciais abusivas, como deságios, descontos, benefícios indiretos, prazos incompatíveis com repasses pré-pagos e vantagens financeiras não relacionadas à alimentação.</p>
<p>A nova regulamentação do PAT já foi questionada na Justiça pelas maiores empresas de vale-alimentação e refeição do país, que obtiveram liminares suspendendo fiscalização ou aplicação de punições. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), “por ora, elas estão protegidas de sanções por descumprimento das regras de taxas e prazos, mas não estão dispensadas das demais obrigações do decreto e do PAT”.</p>
<p>“É fundamental que todas as empresas ajustem suas operações para estar em conformidade com o novo normativo, inclusive aquelas que possuem liminar.</p>
<p>As liminares não suspendem a vigência do decreto como um todo, nem estendem seus efeitos a outras empresas. O decreto está em pleno vigor e deve ser integralmente cumprido. A obrigatoriedade de observância das novas regras, como o teto de taxas e os prazos de liquidação, é imediata para todo o mercado, segundo a pasta.</p>
<p>As mudanças no programa beneficiam mais de 22 milhões de trabalhadores, que terão maior liberdade de escolha e melhor aceitação dos cartões. O decreto também traz equilíbrio para empresas e estabelecimentos, garantindo que os recursos sejam usados exclusivamente para alimentação.</p>
<p>Criado em 1976, o PAT é a política pública mais antiga do MTE e vai completar 50 anos em 2026. O programa conta com 327 mil empresas cadastradas e alcança 22,1 milhões de trabalhadores em todo o país.</p>
<p>Próximas mudanças</p>
<p>Outra mudança entra em vigor a partir de 10 de maio, com a transição do sistema atual, em que o cartão de vale-alimentação ou vale-refeição só pode ser utilizado em estabelecimentos credenciados por uma única operadora, para um novo arranjo, no qual o benefício poderá ser aceito em diferentes maquininhas e estabelecimentos, independentemente da empresa emissora ou da bandeira.</p>
<p>Em novembro, 360 dias após a assinatura do decreto, está prevista a interoperabilidade plena do sistema, quando qualquer cartão PAT deverá ser aceito em qualquer maquininha de pagamento no Brasil.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.econeteditora.com.br/index.asp?url=inicial.php">Econet Editora</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://noticias.bonsenhor.com.br/novas-regras-para-vales-alimentacao-e-refeicao-entram-em-vigor/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1346</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Fim da jornada 6&#215;1 prevê redução gradual do horário de trabalho</title>
		<link>https://noticias.bonsenhor.com.br/fim-da-jornada-6x1-preve-reducao-gradual-do-horario-de-trabalho/</link>
					<comments>https://noticias.bonsenhor.com.br/fim-da-jornada-6x1-preve-reducao-gradual-do-horario-de-trabalho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Flavia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 17:08:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todas as Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticias.bonsenhor.com.br/?p=1341</guid>

					<description><![CDATA[A redução da carga horária de trabalho deve ser prioridade do Congresso em 2026, de acordo com senadores governistas e a Presidência da República. Pronta para ser votada no Plenário do Senado, uma proposta de emenda à Constituição aumenta de um para dois dias o descanso mínimo semanal — preferencialmente aos sábados e domingos. E [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A redução da carga horária de trabalho deve ser prioridade do Congresso em 2026, de acordo com senadores governistas e a Presidência da República. Pronta para ser votada no Plenário do Senado, uma proposta de emenda à Constituição aumenta de um para dois dias o descanso mínimo semanal — preferencialmente aos sábados e domingos. E diminui de 44 para 36 horas o tempo máximo de trabalho semanal, sem contar horas extras.</p>
<p>De acordo com a PEC 148/2015, o fim da chamada escala 6&#215;1 ocorrerá de forma gradual. No ano de publicação do texto, as regras atuais se manterão. Já no ano seguinte, o número de descansos semanais passará de um dia, como é hoje, para dois dias na semana e a jornada começará a ser reduzida. Apenas seis anos depois os novos direitos estarão plenamente instituídos.</p>
<p>A PEC foi aprovada em 10 de dezembro na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), com relatório do senador Rogério Carvalho (PT-SE). Antes de ser promulgado e passar a valer, o texto ainda precisa passar por duas votações no Plenário do Senado e mais duas no da Câmara, com o voto favorável de pelo menos 49 senadores e 308 deputados.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="image-richtext image-right img-responsive" title="info_jornada_6x1.png" src="https://www12.senado.leg.br/noticias/imagens/info_jornada_6x1.png" alt="info_jornada_6x1.png" width="413" height="770" />Mas ainda não há definição clara sobre a proposta que vai a votação. Segundo o próprio relator, que é líder do governo no Senado, o Palácio do Planalto deve enviar um novo projeto de lei em regime de urgência constitucional para acelerar a tramitação.</p>
<p>Na abertura dos trabalhos legislativos na segunda-feira (2), Rogério Carvalho defendeu a redução da jornada, que deverá beneficiar milhões de pessoas.</p>
<p>— É o projeto que mais vai mexer com a vida dos brasileiros. Serão 38 milhões de trabalhadores [contratados pela Consolidação das Leis do Trabalho — CLT] beneficiados. Sem contar os 120 milhões de brasileiros que, de alguma forma, terão ganho com a redução da jornada — disse.</p>
<h3><strong>Pesquisa</strong></h3>
<p>Os contratados pela CLT a serem beneficiados representam 37% das pessoas que declararam ter alguma ocupação em 2024, segundo uma pesquisa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) citada na justificativa do relatório aprovado na CCJ.</p>
<p>Também terão direito à redução da jornada:</p>
<ul>
<li>servidores públicos;</li>
<li>empregadas domésticas;</li>
<li>trabalhadores de portos e</li>
<li>outros trabalhadores avulsos.</li>
</ul>
<p>Contratados como pessoas jurídicas não terão o direito à nova jornada. No entanto, tanto esses como os trabalhadores informais terão a vantagem de um novo padrão no mercado de trabalho para se espelhar, segundo o relatório.</p>
<h3><b>Mesmo salário</b></h3>
<p>Os empregadores não poderão reduzir a remuneração do trabalhador como forma de compensar o novo tempo de descanso.</p>
<p>Mesmo após a transição, será mantido o limite de oito horas por dia, na jornada normal. No entanto, futuros acordos trabalhistas poderão alterar o tempo de trabalho para ajustá-los ao teto final de 36 horas semanais. O expediente poderia ser, por exemplo:</p>
<ul>
<li>oito horas de segunda-feira à quinta-feira, e quatro horas, na sexta-feira;</li>
<li>sete horas e 12 minutos de segunda-feira à sexta-feira, entre outras alternativas.</li>
</ul>
<p>A PEC mantém a possibilidade de compensar horários e reduzir as jornadas por meio de acordos de trabalho, como a Constituição já prevê.</p>
<h3><b>Impacto financeiro</b></h3>
<p>No dia da aprovação do texto na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF) afirmou em Plenário que a medida poderá ter efeitos negativos na economia que, para ele, ainda não foram considerados.</p>
<p>— O que custa isso? Quem é que paga essa conta? Acho que essas pessoas não fazem conta, acham que o dinheiro só cai do céu. Eu fico imaginando as pequenas empresas, que têm um, dois funcionários.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/02/03/fim-da-jornada-6x1-preve-reducao-gradual-do-horario-de-trabalho">Agência Senado</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://noticias.bonsenhor.com.br/fim-da-jornada-6x1-preve-reducao-gradual-do-horario-de-trabalho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1341</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Material técnico orienta empresas sobre saúde mental e riscos psicossociais na NR-1</title>
		<link>https://noticias.bonsenhor.com.br/material-tecnico-orienta-empresas-sobre-saude-mental-e-riscos-psicossociais-na-nr-1/</link>
					<comments>https://noticias.bonsenhor.com.br/material-tecnico-orienta-empresas-sobre-saude-mental-e-riscos-psicossociais-na-nr-1/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Flavia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 11:36:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todas as Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticias.bonsenhor.com.br/?p=1334</guid>

					<description><![CDATA[A atualização das regras de segurança e saúde no trabalho colocou a saúde mental de vez no centro das obrigações das empresas brasileiras. Com as mudanças recentes na Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que tratam do gerenciamento de riscos ocupacionais, os chamados riscos psicossociais passaram a exigir atenção mais estruturada por parte das organizações — [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="ql-align-justify">A atualização das regras de segurança e saúde no trabalho colocou a saúde mental de vez no centro das obrigações das empresas brasileiras. Com as mudanças recentes na Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que tratam do gerenciamento de riscos ocupacionais, os chamados riscos psicossociais passaram a exigir atenção mais estruturada por parte das organizações — tema que vem mobilizando especialistas e instituições da área.</p>
<p class="ql-align-justify" data-gtm-vis-first-on-screen675107_59="765" data-gtm-vis-total-visible-time675107_59="3000" data-gtm-vis-has-fired675107_59="1">Nesse contexto, o Instituto Internacional em Segurança Psicológica (IISP) divulgou um material técnico voltado a apoiar a compreensão das novas exigências relacionadas à prevenção de danos à saúde mental no ambiente profissional. A iniciativa surge em meio ao processo de adaptação das empresas às regras que reforçam a necessidade de identificar, avaliar e controlar fatores como assédio, violência, sobrecarga de trabalho, conflitos interpessoais, falta de apoio e insegurança nas relações laborais.</p>
<p class="ql-align-justify">A revisão da NR-1 ampliou o olhar tradicional da segurança do trabalho, historicamente mais associado a riscos físicos, químicos e ergonômicos. Agora, a gestão de riscos deve considerar também aspectos ligados à organização do trabalho e às interações sociais, que podem desencadear adoecimento psicológico, afastamentos e queda de produtividade.</p>
<p class="ql-align-justify">Um dos principais desafios está na correta interpretação dos conceitos envolvidos. Termos como transtornos mentais, saúde mental, saúde mental no trabalho e segurança psicológica, embora relacionados, não têm o mesmo significado.</p>
<p class="ql-align-justify">Transtornos mentais dizem respeito a condições clínicas específicas, enquanto saúde mental envolve um estado mais amplo de bem-estar. Já a saúde mental no trabalho se refere à forma como esse bem-estar é influenciado pelo contexto profissional, e a segurança psicológica está associada à percepção de que o ambiente é seguro para se expressar, tirar dúvidas e relatar problemas sem medo de retaliação.</p>
<p class="ql-align-justify">Para profissionais de contabilidade, departamento pessoal e gestão empresarial, a mudança tem impacto direto na rotina de conformidade. A inclusão dos riscos psicossociais no escopo do gerenciamento de riscos ocupacionais exige revisão de documentos, processos internos, políticas de conduta e canais de escuta, além de integração entre áreas como RH, segurança do trabalho e liderança.</p>
<p class="ql-align-justify">Outro ponto destacado por especialistas é que a simples formalização de procedimentos pode não ser suficiente. A efetividade das medidas depende de mudanças na forma como o trabalho é organizado, incluindo distribuição de demandas, definição de metas, clareza de papéis, qualidade da liderança e existência de espaços de diálogo. Ambientes em que trabalhadores se sentem à vontade para relatar sobrecarga ou conflitos tendem a permitir intervenções mais precoces, reduzindo a probabilidade de afastamentos prolongados.</p>
<p class="ql-align-justify">O debate ocorre em um cenário de crescimento das discussões sobre esgotamento profissional e adoecimento mental relacionado ao trabalho. Para as empresas, o novo cenário regulatório reforça a necessidade de tratar a saúde mental não apenas como tema de bem-estar, mas como parte da gestão de riscos e da responsabilidade legal.</p>
<p class="ql-align-justify">Do ponto de vista contábil e de governança, o tema também dialoga com a gestão de passivos trabalhistas, custos com afastamentos, rotatividade e impactos na produtividade. Assim, acompanhar a evolução das normas e orientar as organizações sobre a implementação prática das exigências passa a ser uma frente estratégica de atuação para os profissionais da área.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://noticias.bonsenhor.com.br/material-tecnico-orienta-empresas-sobre-saude-mental-e-riscos-psicossociais-na-nr-1/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1334</post-id>	</item>
		<item>
		<title>O que esperar do tema saúde mental do trabalho para 2026?</title>
		<link>https://noticias.bonsenhor.com.br/o-que-esperar-do-tema-saude-mental-do-trabalho-para-2026/</link>
					<comments>https://noticias.bonsenhor.com.br/o-que-esperar-do-tema-saude-mental-do-trabalho-para-2026/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Flavia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 19:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todas as Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticias.bonsenhor.com.br/?p=1331</guid>

					<description><![CDATA[Até poucos anos atrás, falar em saúde mental no ambiente de trabalho ainda soava como algo periférico, quase acessório. Era um tema lembrado em campanhas pontuais, geralmente restritas a datas simbólicas, enquanto o dia a dia seguia marcado por metas agressivas, jornadas extensas, lideranças despreparadas e uma naturalização do cansaço extremo. Hoje, esse cenário já [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="ql-align-justify">Até poucos anos atrás, falar em saúde mental no ambiente de trabalho ainda soava como algo periférico, quase acessório. Era um tema lembrado em campanhas pontuais, geralmente restritas a datas simbólicas, enquanto o dia a dia seguia marcado por metas agressivas, jornadas extensas, lideranças despreparadas e uma naturalização do cansaço extremo. Hoje, esse cenário já não se sustenta. O Brasil vive uma crise silenciosa, mas profunda, de adoecimento psíquico relacionado ao trabalho, e os números recentes deixam isso evidente.</p>
<p class="ql-align-justify" data-gtm-vis-first-on-screen675107_59="269" data-gtm-vis-total-visible-time675107_59="3000" data-gtm-vis-has-fired675107_59="1">Em 2024, mais de 470 mil trabalhadores foram afastados por transtornos mentais, como ansiedade, depressão e síndrome de burnout. É o maior número já registrado. Esses dados não refletem apenas um aumento de diagnósticos ou maior conscientização médica. Eles revelam, sobretudo, que o modo como o trabalho vem sendo organizado em muitos setores tem ultrapassado limites humanos básicos. O trabalho, que deveria ser fonte de realização, pertencimento e autonomia, passou a ser, para muitos, um fator de sofrimento constante.</p>
<p class="ql-align-justify">É nesse contexto que 2026 desponta como um ano-chave. Não porque todos os problemas estarão resolvidos até lá, mas porque estamos diante de um processo de virada cultural, jurídica e organizacional que tende a amadurecer nos próximos anos. A saúde mental deixou definitivamente de ser um tema individual, restrito à capacidade de “resiliência” do trabalhador, e passou a ser compreendida como uma responsabilidade coletiva, diretamente ligada à forma como empresas são geridas.</p>
<p class="ql-align-justify">Do ponto de vista empresarial, já se observa um movimento claro de mudança. Nos últimos anos, muitas organizações passaram a investir em programas de apoio psicológico, parcerias com plataformas de terapia, canais de escuta e ações de bem-estar. Para 2026, a expectativa é de maior sofisticação dessas iniciativas. O cuidado com a saúde mental tende a deixar de ser episódico ou meramente simbólico e passar a integrar a estratégia do negócio, com diagnósticos mais estruturados, acompanhamento contínuo e indicadores claros. Isso se conecta diretamente à agenda ESG, na qual o pilar social — especialmente o cuidado com pessoas — ganha relevância crescente para investidores, consumidores e talentos.</p>
<p class="ql-align-justify">Esse avanço, no entanto, não ocorre apenas por uma mudança de mentalidade espontânea. Ele é impulsionado também por transformações relevantes no campo regulatório. A atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) representa um marco importante ao exigir que as empresas incluam, de forma expressa, os riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos. Estresse crônico, assédio moral, sobrecarga emocional e modelos de gestão excessivamente pressionadores passam a ser reconhecidos formalmente como riscos ocupacionais, ao lado dos riscos físicos, químicos e ergonômicos.</p>
<p class="ql-align-justify">É importante esclarecer, contudo, um ponto que tem gerado dúvidas no mercado: embora essa exigência já esteja prevista na norma, o próprio Ministério do Trabalho estabeleceu um período de transição com caráter educativo. Até 25 de maio de 2026, a fiscalização será predominantemente orientativa, voltada à adaptação das empresas, à disseminação de boas práticas e à consolidação de critérios técnicos. Somente a partir de 26 de maio de 2026 é que o descumprimento da NR-1, no que se refere aos riscos psicossociais, poderá gerar autuações e multas. Esse intervalo não deve ser visto como um adiamento confortável, mas como uma janela estratégica para que as empresas se organizem, revisem seus modelos de gestão e construam soluções consistentes, evitando respostas improvisadas ou meramente defensivas.</p>
<p class="ql-align-justify">Além da NR-1, outro sinal relevante desse novo momento é a criação do Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental, instituído pela Lei nº 14.831/2024. Embora voluntário, esse selo tende a ganhar valor simbólico e reputacional, funcionando como um indicador de maturidade organizacional. Empresas que adotam práticas reais de cuidado, combate ao assédio, promoção do equilíbrio entre vida pessoal e profissional e apoio emocional passam a se diferenciar em um mercado cada vez mais atento à coerência entre discurso e prática.</p>
<p class="ql-align-justify">Paralelamente às mudanças normativas, há uma transformação cultural profunda em curso. A pandemia acelerou questionamentos sobre sentido, limites e prioridades. Muitos profissionais passaram a repensar sua relação com o trabalho, e as novas gerações que ingressam no mercado já não aceitam, com a mesma tolerância de antes, ambientes tóxicos, lideranças autoritárias ou jornadas que inviabilizam a vida pessoal. Para esses profissionais, salário e status não compensam um cotidiano marcado por ansiedade constante e desgaste emocional. Essa mudança de expectativa tem forçado empresas a revisarem suas práticas se quiserem atrair e reter talentos.</p>
<p class="ql-align-justify">Nesse cenário, o papel da liderança se torna absolutamente central. O gestor de 2026 não será apenas aquele que entrega resultados, mas aquele que sabe como esses resultados são alcançados. A forma de cobrança, o nível de escuta, a capacidade de reconhecer limites e de construir relações de confiança passam a ser fatores determinantes para a saúde emocional das equipes. Cada vez mais, fica claro que ambientes adoecidos não são fruto de indivíduos frágeis, mas de sistemas mal desenhados e lideranças despreparadas. Por isso, cresce a demanda por formação emocional de líderes, por modelos de gestão mais humanos e por culturas organizacionais que valorizem segurança psicológica.</p>
<p class="ql-align-justify">A tecnologia também ocupa um papel ambíguo nesse debate. O trabalho remoto e híbrido trouxe ganhos inegáveis de flexibilidade e autonomia, mas também intensificou a hiperconexão, a sensação de disponibilidade permanente e a dificuldade de desligamento. Para 2026, tende a ganhar força o debate sobre o direito à desconexão, com políticas mais claras sobre horários, uso consciente de ferramentas digitais e respeito efetivo ao tempo de descanso. Ao mesmo tempo, surgem soluções tecnológicas voltadas ao cuidado, como plataformas de apoio emocional, aplicativos de bem-estar e ferramentas de análise de riscos psicossociais. O desafio será garantir que essas tecnologias sejam usadas para proteger, e não para vigiar.</p>
<p class="ql-align-justify">Talvez a principal mudança que se desenha até 2026 seja a superação definitiva da lógica que individualiza o sofrimento. A ideia de que o trabalhador adoece porque não soube “dar conta” perde força diante da constatação de que o contexto importa — e muito. Carga de trabalho, estilo de liderança, previsibilidade, reconhecimento e autonomia são elementos que influenciam diretamente a saúde mental. Ignorá-los não é apenas injusto; é ineficiente e, cada vez mais, juridicamente arriscado.</p>
<p class="ql-align-justify">O que se espera, portanto, para 2026 é um ambiente de trabalho em transição. Ainda marcado por tensões, resistências e aprendizados, mas também por maior consciência, responsabilidade e maturidade. Empresas que utilizarem o período atual apenas para cumprir formalidades provavelmente enfrentarão problemas no futuro. Já aquelas que enxergarem esse movimento como uma oportunidade de repensar sua cultura, suas práticas e sua relação com as pessoas estarão mais preparadas para um mundo do trabalho que exige não apenas desempenho, mas humanidade.</p>
<p class="ql-align-justify">No fim, a mensagem é simples, embora desafiadora: não existe produtividade sustentável sem saúde mental. Não existe inovação sem segurança emocional. E não existe futuro do trabalho que não coloque as pessoas — de verdade — no centro da conversa.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br/artigos/74662/o-que-esperar-do-tema-saude-mental-do-trabalho-para-2026/">Portal Contabeis</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://noticias.bonsenhor.com.br/o-que-esperar-do-tema-saude-mental-do-trabalho-para-2026/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1331</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Com reajuste de 3,9%, teto do INSS chega a R$ 8.475,55 em 2026</title>
		<link>https://noticias.bonsenhor.com.br/com-reajuste-de-39-teto-do-inss-chega-a-r-8-47555-em-2026/</link>
					<comments>https://noticias.bonsenhor.com.br/com-reajuste-de-39-teto-do-inss-chega-a-r-8-47555-em-2026/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Flavia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 16:28:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todas as Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticias.bonsenhor.com.br/?p=1324</guid>

					<description><![CDATA[Os benefícios previdenciários pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com valor acima do salário mínimo foram reajustados em 3,90%. A medida, definida pela Portaria Interministerial MPS/MF Nº 13 e publicada em 9 de janeiro, já está em vigor desde 1º de janeiro de 2026 e tem como objetivo manter o poder de compra [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os benefícios previdenciários pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com valor acima do salário mínimo foram reajustados em 3,90%. A medida, definida pela Portaria Interministerial MPS/MF Nº 13 e publicada em 9 de janeiro, já está em vigor desde 1º de janeiro de 2026 e tem como objetivo manter o poder de compra dos segurados.</p>
<p>Com essa atualização, o teto máximo dos benefícios pagos pelo INSS foi ajustado para R$ 8.475,55. Esse reajuste também se aplica a outros auxílios especiais previstos em lei. A Portaria também atualiza os valores de referência para pensões especiais, como a devida às vítimas da síndrome da talidomida e a pensão para pessoas atingidas pela hanseníase.</p>
<p>Atualmente, mais de 12,2 milhões de benefícios têm valor superior ao piso nacional. De acordo com o calendário de pagamento do INSS, esses segurados começarão a receber o valor corrigido a partir do dia 2 de fevereiro. Outra atualização prevista é a diária paga ao segurado ou dependente que precisa se deslocar para exame médico-pericial ou processo de reabilitação profissional, por determinação do INSS, é de R$ 141,63.</p>
<p>Para os segurados que recebem o piso previdenciário, o reajuste segue o novo valor do salário mínimo nacional, que passou a ser de R$ 1.621,00. Este grupo, que beneficia aproximadamente 21,9 milhões de pessoas, receberá os pagamentos entre 26 de janeiro e 6 de fevereiro. Para saber a data exata, basta verificar o número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador, que aparece depois do traço.</p>
<p><strong>Valores de referência para cálculos</strong></p>
<p>A portaria também estabelece que o salário de benefício (o valor usado como base para calcular a aposentadoria ou outro benefício) e o salário de contribuição (o valor sobre o qual o trabalhador contribui para o INSS) não poderão ser menores que R$ 1.621,00 nem maiores que R$ 8.475,55 a partir de 1º de janeiro de 2026.</p>
<p>As faixas de contribuição ao INSS para trabalhadores empregados, domésticos e avulsos também foram atualizadas. As novas alíquotas, que variam de 7,5% a 14% de acordo com a faixa salarial, são:</p>
<p>• 7,5% para quem ganha até R$ 1.621,00;<br />
• 9% para quem ganha entre R$ 1.621,01 e R$ 2.902,84;<br />
• 12% para quem ganha entre R$ 2.902,85 e R$ 4.354,27;<br />
• 14% para quem ganha de R$ 4.354,28 até R$ 8.475,55.</p>
<p>Essas alíquotas são referentes aos salários de janeiro e deverão ser recolhidas apenas em fevereiro, pois em janeiro os segurados pagam a contribuição do mês anterior.</p>
<dl class="image-inline captioned caption-center">
<dt><img decoding="async" src="https://www.gov.br/inss/pt-br/centrais-de-conteudo/imagens/tabela1.png/@@images/8f77a6ac-3412-4722-9f5a-29b287e13f88.png" alt="  ㅤ" width="1105" height="685" /></dt>
<dd class="image-caption">ㅤ</dd>
</dl>
<dl class="image-inline captioned caption-center">
<dt><img decoding="async" src="https://www.gov.br/inss/pt-br/centrais-de-conteudo/imagens/tabela22.png/@@images/637b5abf-f004-4292-862f-9c5e5951658c.png" alt="ㅤ" width="1103" height="357" /></dt>
<dd class="image-caption">ㅤ</dd>
</dl>
<p><strong>Outros benefícios com valores fixos</strong></p>
<p>• O Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS) – destinado a idosos e pessoas com deficiência em situação de extrema pobreza: R$ 1.621,00.<br />
• O benefício pago a seringueiros e seus dependentes: R$ 3.242,00.<br />
• Cota do salário-família: R$ 67,54 para o segurado com remuneração mensal não superior a R$ 1.980,38.</p>
<p>Para os segurados que começaram a receber o benefício a partir de 1º de janeiro de 2025, o reajuste será proporcional, aplicando-se percentuais específicos conforme a data de início.</p>
<p><strong>Como consultar seu benefício</strong></p>
<p>Para verificar o novo valor do seu benefício, os segurados podem acessar o extrato de pagamento pelo aplicativo ou site Meu INSS, ou ligar para a Central 135.<br />
Meu INSS: Acesse o aplicativo ou o site (meu.inss.gov.br) com seu login gov.br.<br />
Central 135: Ligue de segunda a sábado, das 7h às 22h (horário de Brasília).</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.gov.br/inss/pt-br/assuntos/com-reajuste-de-3-9-teto-do-inss-chega-a-r-8-475-55-em-2026">INSS</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://noticias.bonsenhor.com.br/com-reajuste-de-39-teto-do-inss-chega-a-r-8-47555-em-2026/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1324</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Imposto de Renda 2026: quem deve declarar e o que mudou com a nova faixa de isenção?</title>
		<link>https://noticias.bonsenhor.com.br/imposto-de-renda-2026-quem-deve-declarar-e-o-que-mudou-com-a-nova-faixa-de-isencao/</link>
					<comments>https://noticias.bonsenhor.com.br/imposto-de-renda-2026-quem-deve-declarar-e-o-que-mudou-com-a-nova-faixa-de-isencao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Flavia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 12:58:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todas as Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticias.bonsenhor.com.br/?p=1319</guid>

					<description><![CDATA[A declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026 ainda não teve as regras e nem seu calendário oficial divulgados pela Receita Federal. No entanto, a expectativa é de que o prazo de entrega siga o padrão dos últimos anos, com início em 15 de março e encerramento em 29  de maio de 2026 (já que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A declaração do <a class="classtermo" href="https://www.contabeis.com.br/tributario/imposto-de-renda/">Imposto de Renda</a> Pessoa Física (<a class="classtermo" href="https://www.contabeis.com.br/tributario/irpf/">IRPF</a>) 2026 ainda não teve as regras e nem seu calendário oficial divulgados pela Receita Federal. No entanto, a expectativa é de que o prazo de entrega siga o padrão dos últimos anos, com início em 15 de março e encerramento em 29  de maio de 2026 (já que dia 31, último dia tradicional para entrega, cai em um domingo).</p>
<p data-gtm-vis-first-on-screen675107_59="6914" data-gtm-vis-total-visible-time675107_59="3000" data-gtm-vis-has-fired675107_59="1">Os dados que constarão na declaração de 2026 se referem ao ano-calendário de 2025, ou seja, aos rendimentos obtidos entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2025.</p>
<h3 class="vs2022"><strong>Reforma do IR entrou em vigor em 2026</strong></h3>
<p>A Reforma do Imposto de Renda foi sancionada em novembro de 2025 e entrou em vigor em 1º de janeiro de 2026. A nova legislação alterou as faixas de isenção e de alíquotas para o cálculo mensal do IRPF, com efeitos visíveis a partir da remuneração de janeiro — paga em fevereiro de 2026.</p>
<p>As alterações promovidas pela reforma só impactarão a declaração do IRPF a ser entregue em 2027, que considerará os rendimentos de todo o ano-base de 2026.</p>
<h3 class="vs2022"><strong>Quem é obrigado a declarar o IRPF em 2026</strong></h3>
<p>Apesar das mudanças legais, a Receita Federal ainda não publicou as regras atualizadas para a declaração do IRPF 2026. Com isso, a expectativa é de que sejam mantidos, com possíveis ajustes nos valores, os mesmos critérios adotados no ano anterior. Em 2025, estavam obrigados a declarar:</p>
<ol>
<li data-list="bullet">Contribuintes que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888,00;</li>
<li data-list="bullet">Quem teve rendimentos isentos ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 200 mil;</li>
<li data-list="bullet">Quem teve receita bruta anual de atividade rural acima de R$ 169.440,00;</li>
<li data-list="bullet">Quem pretende compensar prejuízos da atividade rural, de anos anteriores ou atuais;</li>
<li data-list="bullet">Quem detinha, em 31 de dezembro de 2024, a posse ou propriedade de bens ou direitos acima de R$ 800 mil, incluindo terra nua;</li>
<li data-list="bullet">Quem realizou operações em bolsa de valores, mercadorias, futuros ou similares, superiores a R$ 40 mil;</li>
<li data-list="bullet">Quem obteve <a class="classtermo" href="https://www.contabeis.com.br/tributario/ganho-de-capital/">ganho de capital</a> na alienação de bens ou direitos, sujeito à tributação;</li>
<li data-list="bullet">Quem optou pela isenção do ganho de capital na venda de imóvel residencial, seguido de aquisição de outro em até 180 dias;</li>
<li data-list="bullet">Quem declarou bens ou direitos detidos no exterior por entidade controlada como se fossem próprios;</li>
<li data-list="bullet">Quem recebeu rendimentos de aplicações financeiras ou lucros/dividendos no exterior;</li>
<li data-list="bullet">Contribuintes titulares de trusts ou contratos regidos por legislação estrangeira;</li>
<li data-list="bullet">Quem optou por atualizar bens imóveis com pagamento de ganho de capital diferenciado até dezembro de 2025, conforme a Lei nº 14.754/2023;</li>
<li data-list="bullet">Quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês de 2025 e nessa condição se encontrava em 31 de dezembro de 2025.</li>
</ol>
<h3 class="vs2022"><strong>Nova faixa de isenção vale a partir de 2026</strong></h3>
<p>A nova regra isenta do pagamento de Imposto de Renda os contribuintes com renda mensal de até R$ 5.000, incluindo:</p>
<ol>
<li data-list="bullet">Trabalhadores com carteira assinada;</li>
<li data-list="bullet">Servidores públicos;</li>
<li data-list="bullet">Aposentados e pensionistas do <a class="classtermo" href="https://www.contabeis.com.br/previdencia/inss/">INSS</a> ou de regimes próprios.</li>
</ol>
<p>Segundo a Receita Federal, a isenção decorre de uma redução no imposto de até R$ 312,89, suficiente para zerar a cobrança dentro dessa faixa. Para contribuintes que ganham entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350,00, a redução do imposto será progressiva e decrescente. Acima de R$ 7.350, não há desconto adicional.</p>
<p>Essa alteração será considerada apenas na declaração de 2027.</p>
<h3 class="vs2022"><strong>Como declarar o Imposto de Renda em 2026</strong></h3>
<p>Se as regras para entrega seguirem dos últimos anos, os contribuintes obrigados a declarar poderão utilizar três canais:</p>
<ol>
<li data-list="bullet">Portal <a class="classtermo" href="https://www.contabeis.com.br/tributario/e-cac/">e-CAC</a>, da Receita Federal;</li>
<li data-list="bullet">Aplicativo “Meu Imposto de Renda”, disponível para celulares e tablets;</li>
<li data-list="bullet">Programa Gerador de Declaração (PGD), instalado no computador.</li>
</ol>
<p>Para declarações via aplicativo, é exigida conta gov.br nível prata ou ouro.</p>
<p>Também é possível declarar em nome de outra pessoa, desde que haja uma “Autorização de Acesso” previamente concedida no sistema “Meu Imposto de Renda”. A autorização pode contemplar até cinco pessoas e não é transferível.</p>
<h3 class="vs2022"><strong>Declaração em conjunto: quem pode fazer</strong></h3>
<p>A Receita Federal permite que:</p>
<ol>
<li data-list="bullet">Cônjuges;</li>
<li data-list="bullet">Pessoas em união estável;</li>
<li data-list="bullet">Dependentes legais</li>
</ol>
<p>declarem seus rendimentos, bens e direitos em declaração conjunta. Basta que o titular inclua todas as informações de forma consolidada em uma única declaração.</p>
<h3 class="vs2022"><strong>Prazo de envio e multa por atraso</strong></h3>
<p>Embora a data oficial ainda não tenha sido divulgada, a previsão é que o prazo para envio da declaração do IRPF 2026 ocorra entre 15 de março e 29 de maio.</p>
<p>Quem não entregar dentro do prazo está sujeito a multa de 1% ao mês sobre o valor do imposto devido, limitada a 20% do total. A multa mínima é de R$ 165,74, mesmo quando não há imposto a pagar.</p>
<p>O valor da multa é calculado no momento da entrega em atraso. O contribuinte recebe a notificação junto ao recibo e tem 30 dias para efetuar o pagamento, via <a class="classtermo" href="https://www.contabeis.com.br/tributario/darf/">DARF</a>, que pode ser emitido pelo portal e-CAC, aplicativo ou site da Receita.</p>
<h3 class="vs2022"><strong>O que pode ser deduzido do IRPF</strong></h3>
<p>As despesas dedutíveis são valores legalmente autorizados a serem abatidos da <a class="classtermo" href="https://www.contabeis.com.br/tributario/base-de-calculo/">base de cálculo</a> do imposto. Podem ser deduzidos:</p>
<ol>
<li data-list="bullet">Gastos com dependentes;</li>
<li data-list="bullet">Despesas com educação;</li>
<li data-list="bullet">Pagamentos com saúde;</li>
<li data-list="bullet">Contribuições à previdência oficial e privada;</li>
<li data-list="bullet">Pensão alimentícia judicial;</li>
<li data-list="bullet">Gastos profissionais registrados em livro-caixa.</li>
</ol>
<h3 class="vs2022"><strong>Desconto simplificado</strong></h3>
<p>O modelo simplificado permite ao contribuinte substituir todas as deduções individuais por um único desconto de 20% da renda tributável.</p>
<p>Com as novas regras, esse desconto está limitado a R$ 17.640,00 por ano.</p>
<h3 class="vs2022"><strong>Novas tabelas do IRPF a partir de 2026</strong></h3>
<p>A partir de janeiro de 2026, passam a valer duas tabelas mensais:</p>
<h4><strong>Tabela de redução do imposto:</strong></h4>
<table>
<tbody>
<tr>
<td class="ql-align-center" data-row="1"><strong>Rendimentos mensais</strong></td>
<td class="ql-align-center" data-row="1"><strong>Redução do imposto</strong></td>
</tr>
<tr>
<td data-row="2">Até R$ 5.000</td>
<td data-row="2">Redução de até R$ 312,89 (imposto zerado)</td>
</tr>
<tr>
<td data-row="3">De R$ 5.000,01 a R$ 7.350</td>
<td data-row="3">Redução de R$ 908,73 &#8211; (0,133 × renda mensal)</td>
</tr>
<tr>
<td data-row="4">Acima de R$ 7.350</td>
<td data-row="4">Sem redução</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h4><strong>Tabela mensal para rendas acima de R$ 7.350:</strong></h4>
<table>
<tbody>
<tr>
<td class="ql-align-center" data-row="1"><strong>Base de cálculo mensal</strong></td>
<td class="ql-align-center" data-row="1"><strong>Alíquota</strong></td>
<td class="ql-align-center" data-row="1"><strong>Dedução</strong></td>
</tr>
<tr>
<td data-row="2">Até R$ 2.428,80</td>
<td data-row="2">Isento</td>
<td data-row="2">&#8211;</td>
</tr>
<tr>
<td data-row="3">R$ 2.428,81 a R$ 2.826,65</td>
<td data-row="3">7,5%</td>
<td data-row="3">R$ 182,16</td>
</tr>
<tr>
<td data-row="4">R$ 2.826,66 a R$ 3.751,05</td>
<td data-row="4">15%</td>
<td data-row="4">R$ 394,16</td>
</tr>
<tr>
<td data-row="5">R$ 3.751,06 a R$ 4.664,68</td>
<td data-row="5">22,5%</td>
<td data-row="5">R$ 675,49</td>
</tr>
<tr>
<td data-row="6">Acima de R$ 4.664,68</td>
<td data-row="6">27,5%</td>
<td data-row="6">R$ 908,73</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3 class="vs2022"><strong>Imposto mínimo para altas rendas começa em 2027</strong></h3>
<p>A reforma criou também o Imposto de Renda da Pessoa Física Mínimo (IRPFM), válido a partir da declaração de 2027. A medida visa compensar a redução na arrecadação causada pelo aumento da faixa de isenção.</p>
<p>O IRPFM será aplicado sobre rendas totais superiores a R$ 50 mil por mês ou R$ 600 mil por ano, com alíquotas progressivas de até 10%.</p>
<p>Para rendimentos anuais superiores a R$ 1,2 milhão, a alíquota mínima será de 10%.</p>
<h3 class="vs2022"><strong>O que entra no cálculo do imposto mínimo</strong></h3>
<p>Entram na base de cálculo:</p>
<ol>
<li data-list="bullet">Salários;</li>
<li data-list="bullet">Lucros e dividendos distribuídos;</li>
<li data-list="bullet">Rendimentos de aplicações financeiras tributáveis.</li>
</ol>
<p>Ficam de fora:</p>
<ol>
<li data-list="bullet">Caderneta de poupança;</li>
<li data-list="bullet">LCI, LCA, Fundos Imobiliários, Fiagro e investimentos incentivados;</li>
<li data-list="bullet">Heranças e doações;</li>
<li data-list="bullet">Indenizações por doença grave;</li>
<li data-list="bullet">Ganhos de capital na venda de imóveis fora da bolsa;</li>
<li data-list="bullet">Aluguéis atrasados e valores recebidos via ações judiciais.</li>
</ol>
<h3 class="vs2022"><strong>Tributação de dividendos</strong></h3>
<p>A nova regra estabelece a retenção na fonte de 10% sobre lucros e dividendos que excedam R$ 50 mil por mês. Pagamentos abaixo desse limite permanecem isentos, mesmo que provenientes de múltiplas fontes.</p>
<p>Distribuições de lucros para o exterior serão tributadas integralmente, independentemente do valor.</p>
<p>A declaração do Imposto de Renda 2026 segue, em grande parte, as regras anteriores, mas já reflete os primeiros efeitos da reforma sancionada em 2025. A nova faixa de isenção e o modelo de imposto mínimo para altas rendas — com efeito prático em 2027 — representam uma mudança estrutural relevante no sistema tributário brasileiro.</p>
<p>Contribuintes devem se preparar para acompanhar as datas oficiais e revisar sua documentação de 2025 para cumprir corretamente as exigências fiscais.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/74571/quem-deve-declarar-imposto-de-renda-em-2026/">Portal Contábeis</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://noticias.bonsenhor.com.br/imposto-de-renda-2026-quem-deve-declarar-e-o-que-mudou-com-a-nova-faixa-de-isencao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1319</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Novo salário mínimo 2026: veja como registrar o reajuste no eSocial Doméstico</title>
		<link>https://noticias.bonsenhor.com.br/novo-salario-minimo-2026-veja-como-registrar-o-reajuste-no-esocial-domestico/</link>
					<comments>https://noticias.bonsenhor.com.br/novo-salario-minimo-2026-veja-como-registrar-o-reajuste-no-esocial-domestico/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Flavia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 12:54:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todas as Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticias.bonsenhor.com.br/?p=1316</guid>

					<description><![CDATA[Salário mínimo foi reajustado para R$1.621,00 a partir de 1º de janeiro O Decreto nº 12.797/2025 reajustou o valor do salário mínimo para R$1.621,00 a partir de 1º de janeiro de 2026. Veja as principais dúvidas e como registrar o reajuste no eSocial Doméstico: Todos os trabalhadores têm direito ao reajuste? Os empregados domésticos que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Salário mínimo foi reajustado para R$1.621,00 a partir de 1º de janeiro</p>
<p>O Decreto nº 12.797/2025 reajustou o valor do salário mínimo para R$1.621,00 a partir de 1º de janeiro de 2026. Veja as principais dúvidas e como registrar o reajuste no eSocial Doméstico:</p>
<p>Todos os trabalhadores têm direito ao reajuste?</p>
<p>Os empregados domésticos que recebem salário mínimo deverão ter seus contratos de trabalho alterados no eSocial para fazer constar o novo valor de R$1.621,00. Para os empregados que recebem salário superior ao mínimo, o reajuste deverá seguir o estipulado entre empregador e empregado no contrato de trabalho. Assim, poderá se dar em outra data e com outro percentual, a depender do que foi contratado.</p>
<p>O eSocial Doméstico aplica o reajuste automaticamente?</p>
<p>A alteração de salário não é feita automaticamente pelo sistema, devendo ser realizada pelo empregador, antes de encerrar a folha do mês.</p>
<p>Mas atenção nos casos de férias: o empregador deverá primeiramente fazer a alteração salarial e, só então, registrar as férias, para que os novos valores sejam considerados no recibo e na folha de pagamento. Se o empregado estiver usufruindo suas férias em 1º de janeiro, iniciadas em dezembro, a alteração deverá ser feita com data de início de vigência após seu retorno ao trabalho. Não se preocupe, o sistema aplicará o reajuste normalmente na folha do mês de janeiro.</p>
<p>Como registrar o reajuste no eSocial Doméstico?</p>
<p>Você pode escolher uma das formas a seguir:</p>
<p>• Utilizar o assistente de reajuste salarial &#8211; o link pode ser encontrado na tela principal do eSocial, no menu &#8220;Acesso Rápido&#8221;. A ferramenta é simples e direta e solicita apenas os dados necessários para o reajuste.</p>
<p>• Peça ao assistente virtual &#8211; clique no ícone que se encontra no canto inferior da página. Peça ao assistente: &#8220;reajustar salário&#8221;. O reajuste será feito diretamente na conversa.</p>
<p>• Pelo App do eSocial Doméstico &#8211; nele você encontra a funcionalidade de reajuste salarial, simples e fácil. O App eSocial Doméstico está disponível para Android e iOS e pode ser baixado gratuitamente na Google Play Store e na App Store.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.econeteditora.com.br/index.asp?url=inicial.php">Econet</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://noticias.bonsenhor.com.br/novo-salario-minimo-2026-veja-como-registrar-o-reajuste-no-esocial-domestico/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1316</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Reforma Tributária: 2026 será Ano Educativo para Adaptação de Empresas</title>
		<link>https://noticias.bonsenhor.com.br/reforma-tributaria-2026-sera-ano-educativo-para-adaptacao-de-empresas/</link>
					<comments>https://noticias.bonsenhor.com.br/reforma-tributaria-2026-sera-ano-educativo-para-adaptacao-de-empresas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Cabral]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 12:47:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todas as Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tributário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticias.bonsenhor.com.br/?p=1310</guid>

					<description><![CDATA[A Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS publicaram novas diretrizes (Ato Conjunto nº 1) para a implementação da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços). O foco principal é garantir uma transição suave, sem punições imediatas para os contribuintes. 1. O Período de Adaptação (Teste e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-path-to-node="3">A Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS publicaram novas diretrizes (Ato Conjunto nº 1) para a implementação da <b data-path-to-node="3" data-index-in-node="115">CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)</b> e do <b data-path-to-node="3" data-index-in-node="161">IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)</b>. O foco principal é garantir uma transição suave, sem punições imediatas para os contribuintes.</p>
<h3 data-path-to-node="4">1. O Período de Adaptação (Teste e Calibragem)</h3>
<p data-path-to-node="5">O ano de 2026 foi oficialmente designado como um <b data-path-to-node="5" data-index-in-node="49">período educativo</b>. O objetivo é permitir que empresas e administrações tributárias testem sistemas e ajustem rotinas sem a pressão de cobranças retroativas ou multas.</p>
<ul data-path-to-node="6">
<li>
<p data-path-to-node="6,0,0"><b data-path-to-node="6,0,0" data-index-in-node="0">Isenção de Penalidades:</b> Não haverá multas pelo preenchimento incorreto de campos relativos aos novos tributos nos documentos fiscais eletrônicos.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="6,1,0"><b data-path-to-node="6,1,0" data-index-in-node="0">Prazo de Carência:</b> Essa flexibilidade vale até o <b data-path-to-node="6,1,0" data-index-in-node="49">primeiro dia do quarto mês</b> após a publicação oficial dos regulamentos do IBS e da CBS.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="6,2,0"><b data-path-to-node="6,2,0" data-index-in-node="0">Dispensa de Recolhimento:</b> Durante este intervalo, a condição legal para a dispensa do pagamento desses novos tributos será considerada cumprida, garantindo segurança jurídica.</p>
</li>
</ul>
<h3 data-path-to-node="7">2. Novos Documentos e Modelos Fiscais</h3>
<p data-path-to-node="8">O Ato Conjunto antecipa os modelos de notas fiscais que serão utilizados, permitindo que o setor de TI e contabilidade das empresas se preparem com antecedência.</p>
<ul data-path-to-node="9">
<li>
<p data-path-to-node="9,0,0"><b data-path-to-node="9,0,0" data-index-in-node="0">Novas Declarações:</b> Instituição da <b data-path-to-node="9,0,0" data-index-in-node="34">DeRE (Declaração de Regimes Específicos)</b>.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="9,1,0"><b data-path-to-node="9,1,0" data-index-in-node="0">Competências Preservadas:</b> As definições específicas para o Simples Nacional e para a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) continuam sob responsabilidade de seus respectivos comitês gestores (CGSN e CGNFS-e).</p>
</li>
</ul>
<h3 data-path-to-node="10">3. Compromisso com a Transparência</h3>
<p data-path-to-node="11">A medida reforça os princípios constitucionais de <b data-path-to-node="11" data-index-in-node="50">simplicidade e cooperação</b>. Ao evitar mudanças bruscas, o governo busca reduzir o contencioso e garantir que a migração para o novo modelo de consumo seja previsível e organizada para toda a sociedade civil.</p>
<hr data-path-to-node="12" />
<blockquote data-path-to-node="13">
<p data-path-to-node="13,0"><b data-path-to-node="13,0" data-index-in-node="0">Nota Importante:</b> Embora 2026 seja um ano de aprendizado, a Receita Federal enfatiza que o período deve ser usado ativamente para testes, evitando gargalos quando a implementação definitiva ocorrer.</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://noticias.bonsenhor.com.br/reforma-tributaria-2026-sera-ano-educativo-para-adaptacao-de-empresas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1310</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Governo do Brasil libera recursos do FGTS retidos de trabalhadores do Saque-Aniversário</title>
		<link>https://noticias.bonsenhor.com.br/governo-do-brasil-libera-recursos-do-fgts-retidos-de-trabalhadores-do-saque-aniversario/</link>
					<comments>https://noticias.bonsenhor.com.br/governo-do-brasil-libera-recursos-do-fgts-retidos-de-trabalhadores-do-saque-aniversario/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Flavia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 12:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todas as Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticias.bonsenhor.com.br/?p=1308</guid>

					<description><![CDATA[Medida beneficia 14,1 milhões de pessoas e prevê a liberação de R$ 7,8 bilhões em duas parcelas O Governo do Brasil publicou, nesta terça-feira (23), a Medida Provisória nº 1.331, que permite, de forma temporária, a liberação do saldo do FGTS que estava retido para trabalhadores que optaram pelo Saque-Aniversário e foram demitidos entre janeiro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Medida beneficia 14,1 milhões de pessoas e prevê a liberação de R$ 7,8 bilhões em duas parcelas</p>
<p>O Governo do Brasil publicou, nesta terça-feira (23), a Medida Provisória nº 1.331, que permite, de forma temporária, a liberação do saldo do FGTS que estava retido para trabalhadores que optaram pelo Saque-Aniversário e foram demitidos entre janeiro de 2020 e 23 de dezembro de 2025.</p>
<p>Serão liberados cerca de R$ 7,8 bilhões do FGTS para aproximadamente 14,1 milhões de trabalhadores. O pagamento será feito em duas etapas. A primeira parcela será paga até o dia 30 de dezembro, com valores de até R$ 1,8 mil, conforme o saldo disponível na conta do FGTS. A segunda parcela, com o valor restante, será paga até o dia 12 de fevereiro de 2026.</p>
<p>A maioria dos trabalhadores, cerca de 87%, receberá o dinheiro diretamente na conta bancária cadastrada no aplicativo do FGTS. Já os 13% que não têm conta cadastrada poderão sacar o valor nos caixas eletrônicos da CAIXA, nas casas lotéricas ou nos pontos CAIXA Aqui.</p>
<p>Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, a medida faz parte do esforço do Governo do Brasil para reduzir os impactos negativos da Lei do Saque-Aniversário sobre os trabalhadores demitidos. “Estamos corrigindo injustiças criadas pela lei do Saque-Aniversário, que castiga o trabalhador quando ele é demitido. Estamos fazendo isso enquanto não surgem as condições políticas para que essa lei seja revogada”, afirmou o ministro.</p>
<p>Dos 14,1 milhões de trabalhadores que podem sacar o FGTS por meio da Medida Provisória, parte deles tem o saldo comprometido com empréstimos bancários e, por isso, não poderá receber o valor integral. Além disso, há trabalhadores que têm todo o saldo comprometido e não possuem valores disponíveis para saque. A consulta do saldo pode ser feita diretamente no aplicativo do FGTS.</p>
<p>Desde 2020, o Saque-Aniversário já liberou cerca de R$ 192 bilhões do FGTS. Desse total, 40% foram pagos diretamente aos trabalhadores, enquanto 60% foram destinados aos bancos, que anteciparam os valores por meio de empréstimos. Atualmente, cerca de 40 milhões de trabalhadores aderiram ao saque-aniversário, e 28,4 milhões deles têm empréstimos ativos nessa modalidade. O FGTS atende aproximadamente 130 milhões de trabalhadores.</p>
<p>Primeira e Segunda parcelas</p>
<p>Primeira parcela (dezembro): R$ 3,9 bilhões, com liberação de até R$ 1.800,00 limitado ao saldo disponível no FGTS por conta vinculada. O valor será creditado automaticamente na conta cadastrada no aplicativo do FGTS.</p>
<p>Segunda parcela (fevereiro): R$ 3,9 bilhões, liberados como saldo remanescente para trabalhadores que possuíam valor superior a R$ 1.800,00 para receber. A segunda parte do pagamento ocorrerá até o dia 12 de fevereiro de acordo com calendário a ser divulgado pela Caixa Econômica Federal.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.econeteditora.com.br/novo/index.php">Econet</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://noticias.bonsenhor.com.br/governo-do-brasil-libera-recursos-do-fgts-retidos-de-trabalhadores-do-saque-aniversario/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1308</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
